Política

Assessor do governo de Cláudio Castro pede exoneração e acusa secretário André Moura de ser criminoso

Uma crise interna no governo de Cláudio Castro (PL) ganhou destaque no Rio de Janeiro.

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Uma crise interna no governo de Cláudio Castro (PL) ganhou destaque no Rio de Janeiro. Victor Travancas, assessor da Casa Civil, pediu sua exoneração, alegando “profunda inconformidade” com a permanência de André Moura (União Brasil) à frente da Secretaria de Governo. Em um ofício contundente, Travancas acusou o secretário de ser “criminoso”.

O assessor destacou que, embora o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha extinto a punibilidade de Moura em um processo por crimes contra a administração pública, isso não apaga os “fatos ocorridos” e a “corrupção por ele praticada”. Travancas defendeu que, apesar da decisão judicial, os episódios passados continuam sendo um ponto crítico, que não pode ser ignorado.

Outro ponto mencionado por Travancas foi uma postagem de Moura ao lado do ex-deputado TH Joias, atualmente acusado de envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho. Essa associação foi vista como um agravante, ampliando a polêmica sobre a conduta do secretário.

Até o momento, o governo do Rio de Janeiro não se manifestou publicamente sobre as acusações. Por outro lado, Moura, que é pré-candidato ao Senado por Sergipe em 2026, segue contando com o apoio político do governador Fábio Mitidieri (PSD).

Com isso, o caso coloca o secretário em uma posição delicada, com a pressão política e as acusações afetando sua imagem e sua futura candidatura.

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